Em baixo há duas respostas: o que o seu endereço IP denuncia e o que o próprio dispositivo indica, se lhe der autorização.
A localização por endereço IP é uma estimativa. Os operadores comunicam onde é usado cada bloco de endereços, e bases de dados como o ipinfo.io transformam isso num mapa. O país acerta quase sempre, a cidade na maioria das vezes, e fica por aí: a sua rua ou o número de porta não constam de lado nenhum.
Na internet móvel, e em operadores que encaminham o tráfego por um único ponto, a estimativa pode ir parar a cem quilómetros de distância. Não é um erro de medição: aquele endereço é mesmo usado ali, só que o seu equipamento está noutro sítio.
O botão de GPS aqui em cima funciona de outra maneira. Pede ao navegador a localização do próprio dispositivo, a partir do GPS, das redes wi-fi próximas e das antenas de telemóvel. A precisão chega aos poucos metros, e só acontece depois de clicar em permitir. Se recusar, fica apenas a estimativa do endereço IP.
Provavelmente porque o seu operador regista esse endereço num sítio diferente daquele onde está. Na internet móvel, nas linhas empresariais e nas VPN isso é mais regra do que exceção.
Não a partir do endereço IP, e não sem que clique em permitir. Só quando dá autorização de localização ao navegador é que fica disponível uma posição rigorosa.
Com uma VPN ou um proxy noutro país. Repare que o fuso horário e as definições de idioma têm de mudar também, senão a diferença salta logo à vista.
Apenas para pôr a posição do GPS ao lado da estimativa do endereço IP. Pode ignorar o pedido; o resto da página funciona na mesma.
Significa que o endereço IP aponta para um país diferente daquele que o relógio do dispositivo marca. Para os sites é um sinal conhecido de que há uma VPN pelo meio.