Meça o download, o upload, o ping e o jitter. Não há nada para instalar; o teste corre neste separador.
O download é a quantidade de dados que recebe por segundo; o upload, a que envia. O ping é o tempo que um pacote demora a ir e voltar, e o jitter é a variação desse tempo. Para chamadas e jogos online, estes dois últimos dizem mais do que os megabits.
O teste fala com a rede da Cloudflare, que tem um nó em Lisboa. Em Portugal, numa linha fixa, um ping abaixo dos 20 ms é o que se espera. Na internet móvel, 30 a 60 ms é normal, e acima dos 100 ms nota-se nas videochamadas.
Se não chega à velocidade do seu tarifário, olhe primeiro para o wi-fi. Um router antigo, uma ligação a 2,4 GHz ou duas paredes pelo meio tiram mais do que parece. Meça uma vez com cabo de rede para comparar: essa diferença é o que ainda há a ganhar em casa.
Quase sempre por causa do wi-fi entre o dispositivo e o router, ou porque há mais alguém em casa a ver vídeo. Uma medição com cabo de rede mostra o que entra de facto.
Abaixo dos 20 ms chega e sobra para jogar e fazer videochamadas; até 50 ms quase não se dá por isso. Acima dos 100 ms as conversas começam a sobrepor-se.
É a variação do ping. Uns 30 ms estáveis são melhores do que uma média de 20 ms que dispara para 80 a cada instante.
Porque as ligações por cabo coaxial e ADSL reservam quase toda a capacidade para o tráfego de descida. Na fibra, hoje dominante em Portugal, o upload e o download andam perto um do outro.
Conta tudo o que está pelo meio: o dispositivo, o wi-fi, o router e só depois a linha do operador. É o elo mais fraco que decide o resultado.